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Pintura do Grito da Independência

A imagem de D.Pedro I às margens do Ipiranga, montado num cavalo, segurando uma espada e gritando “Independência ou morte!” em meio a uma enorme comitiva é conhecida por quase todos os brasileiros que estudam um pouco da história do país. Mas nem todos sabem que essa cena foi, na verdade, criada por um homem: Pedro Américo, o pintor do quadro “Independência ou Morte”, hoje exposto no Museu Paulista (mais conhecido como Museu do Ipiranga), em São Paulo.gritodoipiranga

Elementos que não correspondem ao momento retratado

Cavalos:

D. Pedro e seus acompanhantes não estavam montando cavalos, na época, em viagens longas, Se Utilizavam jumentos e mulas. mais resistentes.

Numero de acompanhantes:
A comitiva de D. Pedro era formada por poucos integrantes e não quarenta pessoas.

Trajes:

D. Pedro I e sua comitiva não viajaram com uniformes de gala que, alias, sequer existiam na época, eles foram criados depois da independência, assim como os “Dragões”.

Postura de D. Pedro:

É improvável que o príncipe regente estivesse com uma aparência tão sadia e posição ereta uma vez que, naquele momento, estava sentindo fortes cólicas causadas pelo cansaço da longa vagem ou pelo jantar na noite anterior.

Casa do Grito:

Não existia na época, o casebre retratado no quadro foi construído por 1884, portanto muito tempo depois da proclamação da volta da independência.

Pedro Américo:

Sequer tinha nascido quando aconteceu a independência, portanto não foi testemunha do fato que só foi pintado décadas depois de ocorrido.

 

Padrão Explorado – Revolução Industrial

O alto índice de mortes na época da revolução industrial é bastante notável e isso é uma consequência do  número de horas que os operários trabalhavam, pois como eles não tinham  direitos, já que as leis trabalhistas ainda não existiam e eram obrigados a continuar a trabalhar pela grande concorrência no cargo, assim sofreram bastante e gerou um padrão na vida desse trabalhadores. Essa padronização era bastante fácil de notar, trabalhadores que passavam horas no serviço gerando desgastes na saúde.

Em visão do capital, as mulheres trariam mais lucro para a empresa já que teriam um salário inferior a dos homens e estaria fazendo o mesmo serviço. E nessa época, o numero de filhos por casal era grande e com a exploração do trabalho a mulher tinha dificuldade no parto por sofrer algumas lesões corporais pelo fato da carga horária, dificultando o nascimento e causando a morte. Quando a criança nascia, ela era colocada para trabalhar bem jovem em cargos como por exemplo limpar uma chaminé, onde era bem estreito e um serviço bem explorado para os padrões e leis da atualidade.

Imagem relacionada

As Línguas da América Latina

A diversidade e riqueza linguística da América  Latina é digna de ser conhecida e estudada tanto do ponto de vista cultural, como do econômico e social. Parte desse mundo cresce e outra parte desparece para sempre.

Muita gente pensa que nos países da América Latina são faladas apenas duas línguas: espanhol e português. Na realidade, há centenas, ainda que grande número delas esteja em risco de extinção. O castelhano ou espanhol é falado por 62% dos latino-americanos, mas apenas 54% o têm como língua materna. É, ainda, a única língua oficial de 16 dos 21 países latino-americanos. As cinco exceções são: Brasil (português), Haiti (francês), Porto Rico (duas línguas oficiais: espanhol e inglês), Paraguai (espanhol e guarani) e Peru (espanhol, quéchua e aimara).

América Latina é a região do mundo com maior número de pessoas que utilizam o espanhol como língua  principal, com quase 400 milhões de pessoas.

O português tem atualmente mais de 280 milhões de falantes. Atualmente é a língua principal de Portugal, Brasil, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor Oriental, todos eles países que formam a Comunidade de Países da Língua Portuguesa CPLP. É a quinta língua materna mais falada.portugues_china-320x170

Se o espanhol e o português são línguas essenciais para as relações econômicas da América Latina, do ponto de vista do patrimônio cultural não há que esquecer das línguas chamadas “indígenas”.

As chamadas línguas indígenas constituem um bem histórico, único, às vezes escasso, muitas vezes em perigo de desaparecer. Tão necessárias de proteção como possa ser um patrimônio arqueológico ou musical. Portanto, sua recuperação e manutenção são obrigatórias.

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As principais línguas indígenas da América Latina são o guarani, o aimara (aymara), o quechua (+quichua), o náhuatl e o maya. A quantidade de falantes é difícil de se assegurar, e os dados variam de fontes para outras.

 

http://www.gostodeler.com.br/materia/18079/as_linguas_da_america_latina.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/América_Latina

e-ipol.org/as-linguas-da-america-latina-e-sua-importancia-no-mundo-espanhol-portugues-e-linguas-indigenas/

D. João VI

D.João VI foi o principie-regente do Brasil colonia durante o período que chamamos de transição de Brasil Colonial para Brasil império. Foi muito importante neste período pois foi responsável por diversas “conquistas” para o Brasil como o rompimento do pacto colonial.

Há fatos bem curioso na vida de D.João VI por exemplo : casar-se aos 18 anos com uma garota de 10 (Carlota Joaquina). Foi o responsável pela fundação do Banco do Brasil, o quarto banco emissor do mundo.

Na página a seguir, você poderá compreender um pouco mais sobre a historia de João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís Antônio Domingos Rafael de Bragança:

https://www.ebiografia.com/domjoao_vi/

 

Revolução Alemã

Após a derrota do império alemão na primeira guerra mundial, as nações vencedoras da guerra passaram a cobrar da Alemanha sanções muito altas escritas no Tratados de Versalhes, o que levou a Alemanha a passar por uma grave crise econômica e social.

Um ano antes do fim da primeira guerra mundial, a Rússia passou por uma revolução, que foi de suma importância para a revolução alemã, pois a Alemanha passava por um grave período de fome e frio, fazendo que com que soldados abandonassem seus postos na guerra e operários se indignassem ainda mais, criando os conselhos de operários e soldados, baseados nos ideais comunistas vistos na revolução russa.

A revolução fracassou pois o governo passou a reprimir os conselhos com os chamados Freikorps, veteranos de guerra que não aceitavam voltar a uma vida civil e se juntaram ao ministro da defesa alemão e passaram combater os movimentos comunistas no país com extrema brutalidade.

Revolução Francesa

A revolução Francesa
A frança era um país absolutista, de extrema injustiça social, onde a democracia estava em escassez. O topo da pirâmide social era comandado pelo clero, onde famílias, parentes, aliados do rei viviam uma vida luxuosa. Do outro lado da pirâmide, estava os trabalhadores e camponeses, onde muitos estavam desempregados e viviam de extrema miséria. Revoltados com a situação que estavam, decidiram se revoltar. Juntaram-se aos montes e foram as ruas para arrancar do governo a monarquia.
A Queda da Bastilha 14/07/1789:
O marco da revolução francesa, foi primeiro alvo dos revolucionários.
O lema dos revolucionários era “Liberdade, Igualdade e Fraternidade “, pois ele resumia muito bem os desejos do terceiro estado francês. Onde 95% da população pertencia ao terceiro estado.

Após esse conflito, muitos nobres decidiram abandonar o país. Até mesmo a família real tentou fugir do país, mas foram presos e tiveram a punição de pena de morte em 1793.

Um grande avanço, ocorreu quando a Assembleia Constituinte deflagrou os direitos feudais e impuseram a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Um grande passo para os avanços sociais.